Preview | Nekome: Nazi Hunter mistura vingança, violência e alguns sinais de alerta
Nekome: Nazi Hunter é um tanto quanto preocupante
Gráficos lindos e jogabilidade repleta de possibilidades se destacam na aventura de Yasuke e Naoe
Sombras e luz. Mais do que o sentido figurado por trás destas palavras no contexto de Assassin’s Creed Shadows, com várias possíveis interpretações, os significados literais delas também são fundamentais para entender o que a Ubisoft pretende com o mais novo game de uma franquia tão icônica.
Durante o Ubisoft Forward, o MeuPS teve a oportunidade de assistir uma demonstração a portas fechadas do jogo, e o que mais se destacou, sem dúvida, foram as sombras e luzes.

Pela primeira vez na história da saga, trata-se de um jogo exclusivamente para a “nova geração” de consoles (e PC), e isso ficou bastante claro ao acompanhar cerca de 40 minutos de gameplay.Está prévia foi muito interessante, porque mostrou como uma mesma situação pode ser abordada de três maneiras totalmente distintas. Era preciso assassinar um alvo, o que poderia ser feito assim:
Em todas as alternativas, a jogabilidade se mostrou bem fluida e ressaltou como cada personagem se diferencia. Seja nas armas, nos movimentos ou mesmo no dano – Naoe bate mais, porém com menos intensidade, e usa bastante o novo gancho para ganhar a vantagem vertical sobre os adversários, ou rasteja e se esconde na grama e até mesmo na água para passar despercebida.

Yasuke, por sua vez, é bruto. Bastante alto e forte, ele usa não só uma espada, como também armas mais pesadas para causar bastante dano a cada golpe. Por outro lado, claro, não consegue usar uma abordagem mais segura. É combate o tempo todo. Algo não tão comum na saga, mas que traz uma dinâmica bem bacana ao jogo.

Especialmente porque é opcional. Haverá, principalmente no começo, missões que o jogador terá que fazer com um ou o outro, porém a cada quest quando eles já forem parceiros, vai ser possível escolher como encarar o desafio.
Mas voltando à parte “next-gen” da coisa, vale muito ressaltar o quão lindo Assassin’s Creed parece à primeira vista. Os reflexos, a iluminação, o clima dinâmico e até mesmo os personagens, principalmente Yasuke, têm visuais realmente incríveis, ainda mais se considerarmos que se trata de um jogo de mundo aberto.
Os carregamentos também parecem muito eficientes, assim como as movimentações dos protagonistas e os combates, que não apresentaram quedas de fps. As variações permitidas pelo ciclo de dia e noite, então, são louváveis. É totalmente diferente ir pra missão com Naoe, de fato, nas sombras.

Outros pontos que chamam a atenção são como elementos do cenário podem ser destruídos nas batalhas – cestas de frutas, portas, bancadas e por aí vai, e as animações de assassinatos. Sejam elas na furtividade de Naoe ou na brutalidade de Yasuke. Seguindo um caminho que já vimos em Mirage, há mais sangue, mais intensidade nos combates.
Infelizmente, não tivemos acesso a detalhes do sistema de progressão e customização dos personagens, mas o lançamento ainda está um pouco longe, então certamente tem bastante tempo para a Ubisoft nos mostrar o que está “nas sombras”. Que venha a luz, para consagrar mais um capítulo da incrível saga da Irmandade.
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