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Wild Dogs, jogo brasileiro retrô, será lançado em 20 de abril

Game terá mecânicas de tiro, batalhas contra chefes e elementos desafiadores no estilo metroidvania

Wild Dogs, jogo brasileiro retrô, será lançado em 20 de abril

Wild Dogs, novo jogo brasileiro desenvolvido pela QUByte Interactive em parceria com a 2ndBoss, será lançado em 20 de abril para PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Nintendo Switch e PC. Inspirado em clássicos retrô, o título chega com uma grande versatilidade de mecânicas e promete reviver os bons momentos do público mais nostálgico.

No game, os jogadores assumem o papel de Frank “Pumpkinhead” Williams, enviado para uma missão de alto risco a fim de exterminar alienígenas em uma guerra pelo planeta. Ao lado de seu parceiro Teddy, eles utilizarão todos os métodos possíveis para salvar a humanidade da subjugação.

Segundo a QUByte Interactive, o título de ação permitirá tiros em oito direções, controle de aviões, mechas e máquinas, e fazer carinho no cachorro. Além disso, as lutas contra chefes terão um alto nível de variação, combinando mecânicas de cinco fases com uma série de recursos de jogabilidade.

Confira abaixo o trailer de Wild Dogs:

O projeto está em desenvolvimento com a proposta de promover a adoção de animais abandonados. Para isso, os produtores estão trabalhando com as ONGs Cão Sem Dono e Amigos de São Francisco. Uma porcentagem das vendas será revertida em doações.

Saiba mais sobre Wild Dogs

Leia abaixo a descrição de Wild Dogs (via Steam):

O mundo está sob um frenético ataque alienígena. Em meio ao caos e com o exército praticamente subjugado, a mais mortífera e inconsequente dupla de especialistas é chamada para fazer o que deve ser feito. Junte-se à guerra caçando alienígenas em todo o mundo e de todas as maneiras possíveis.

O que você achou do jogo feito pelo estúdio brasileiro 2ndBoss? Comente!

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André Custodio

Redator

Fã de jogos de terror e desbravador de soulslike vez ou outra. Consegui me livrar de FIFA por motivos pessoais (ruindade) e hoje me sinto uma pessoa melhor. Também curto platinas, mas não vou atrás de algo que me tira do sério.

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