Phantom Blade Zero terá vários níveis de dificuldade
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Call of Duty e Battlefield não são tão táticos assim e FPS tem tudo para ter um ecossistema de qualidade no PlayStation
A convite da Riot, entrevistamos dois grandes criadores de conteúdo da comunidade de VALORANT. Dubblez, que tem um canal muito voltado para FPS no geral, e Tixinha, lendário apresentador do CBLOL e caster oficial em PT-BR do shooter até 2023, falaram sobre os principais diferenciais do jogo.
Em um mundo onde há diversas propostas como Fortnite se destacando como jogo gratuito, Call of Duty e Battlefield como games pagos e Concord, hero shooter da PlayStation, acaba sendo encerrado, como esse projeto da Riot criará raízes nos consoles? De acordo com Dubblez, a pegada mais competitiva é um diferencial:
VALORANT é mais competitivo. É um tactical-shooter. Se comparar com COD e Battlefield, eles são mais casuais. Eles têm a parte competitiva, mas o VALORANT o foco dele é competitivo sempre. É esse a mais que outros jogos não tem.

Para Tixinha, ter o selo da Riot é a “grande diferença e o que faz a galera acreditar no jogo”.
Sabe que a Riot vai tratar o jogo com carinho, vai cuidar, vai atualizar, não vai deixar largado, vai criar um ecossistema em volta dele. Então para mim, hoje o que diferencia o VALORANT nessa ida para os consoles é saber que podemos ter essa confiança por trás.
Não demorou muito para, após o lançamento em 2020, VALORANT receber outros modos de jogo. Nem todo mundo gosta de investir tempo no modo Spike, onde as partidas costuma demorar um pouco mais de tempo.
Por isso, hoje o jogador casual tem mais espaço dentro do gameplay do FPS. Para Dubblez, há vagas para mais experiências com menor foco em competições, e isso é importante para trazer o público para o jogo.
Seguindo por esse lado, Tixinha acredita que Batalha Nevada, Frenético e outros modos deveriam voltar a aparecer nas playlists. E você? Acha que a Riot deveria investir em deixar o game mais casual ou esse foco no competitivo é o principal diferencial da experiência?
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