Rise of the Ronin chega hoje (15) ao PS Plus Extra e Deluxe, mas não no Brasil
Rise of the Ronin vai chegar sem custo para os assinantes do PS Plus. Ainda hoje. Só que não no Brasil.
Dona do PlayStation revela que FPS da Activision é responsável por boa parte do dinheiro que ela arrecada no mercado de videogames
A briga da Sony contra a aquisição da Activision pela Microsoft, enfim, parece ter seu principal motivo revelado. Todo mundo já sabia, claro, que Call of Duty rende muito dinheiro para a PlayStation, mas segundo o relato da companhia na disputa judicial do caso, parece que o shooter é bem mais importante do que muita gente poderia imaginar.
Conforme observado por Derek Strickland, editor do site TweakTown, a empresa japonesa colocou entre suas alegações que a verba arrecadada com CoD é crucial para seus investimentos em novos games. Os números exatos são cobertos, mas fala-se na casa do bilhão de dolares gastos em hardware, periféricos, assinaturas e jogos relacionadoas à franquia.
In CMA phase 1 responses, Sony makes an interesting claim that third-party franchises like Call of Duty inadvertently help fund first-party games development, implying that without hits like CoD, Sony may not be able to serve up high-profile 1P games. pic.twitter.com/Osy2wZSSc5
— Derek Strickland (@DeekeTweak) February 27, 2023
Segundo a Sony, portanto, perder Call of Duty, que é da Activision, seria um baque enorme para a empresa – diminuindo a habilidade e o incentivo da companhia para a criação de seus “jogos exclusivos inovadores” – como, por exemplo, God of War, The Last of Us, Uncharted, Horizon, entre outros.
Vale lembrar que Call of Duty Modern Warfare II foi o título mais vendido de 2022 nos Estados Unidos, e que uma pesquisa recente no Reino Unido mostrou que esta franquia é a preferida dos jogadores de PlayStation 5.
Novo capítulo na novela envolvendo Microsoft, Activision, PlayStation e outras grandes empresas da indústria de games. Nesta terça-feira (21), a fabricante do Xbox anunciou que fechou acordos com Nintendo e NVIDIA para levar os jogos da série Call of Duty às plataformas das marcas, caso a negociação com a Activision seja de fato concluída.
Lembram daquele “convite” feito pela dona do Windows à PlayStation para assinar uma parceria de dez anos para ter CoD nos seus consoles? Foi exatamente isso o que Nintendo e NVIDIA aceitaram. Os jogos da série já foram confirmados no Switch e no GeForce Now – de novo, se tudo der certo para os envolvidos. Brad Smith, presidente da Microsoft, falou sobre o assunto em apresentação na Bélgica.
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