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Stephane Boudon, responsável pela parte criativa do próximo Assassin's Creed, explicou os motivos pelos quais Basim encantou a equipe
Basim Ibn Ishaq. A nova cara de Assassin’s Creed. Bem, não tão “nova” assim, visto que ele teve participação importante em Valhalla antes de ser transformado no grande protagonista de Mirage. Mas agora é a sua vez de brilhar. Afinal, os jogadores vão controlá-lo no começo de sua trajetória até se tornar o Mestre Assassino.
E foi neste grande arco de progressão que os desenvolvedores da Ubisoft apostaram para colocá-lo como o personagem principal do próximo jogo. Quem explica é Stephane Boudon, responsável pela parte criativa de Assassin’s Creed Mirage, em entrevista ao Game Informer.
“Basim era uma personagem bem interessante. Ele era misterioso e, de fato, foi perfeito contar a história dele por ser um paralelo com Altair. Claro que não é tudo igual, mas quando você joga, você percebe a semelhança de ter que realizar seus feitos para mostrar que é digno do Credo, assim como no primeiro game”, afirma.
Vendo em Mirage uma oportunidade de fazer jus à tradição da franquia, nada mais justo do que o assassino jogável prestar uma homenagem ao primeiro que nós conhecemos: Altair. E, segundo Simone Arseneault, a ideia aqui é dar mais liberdade no gamepay do que na história si. Afinal, é uma prequel.
“Nós sabemos como ele termina, então tínhamos que criar algo que fizesse jus ao que vimos em Valhalla. Não poderíamos fazer dele um mercenário que apenas sai matando todo mundo. Não faria sentido. Seria um gap na narrativa”, comenta.
O que já vimos de Basim até agora, a grande maioria do público já sabe. Mas o que veremos em Assassin’s Creed Mirage? O game se passa 12 anos antes dos eventos de Valhalla. O protagonista, junto de sua melhor amiga, Nehal, vive como um ladrão nas ruas de Ambar, cidade próxima a Bagdá. Desde que se entende por gente, ele é perseguido por visões e pesadelos dos quais não consegue compreender.
Basim acredita que seu destino está entre os “Ocultos” (alcunha da irmandade antes de se tornarem os “Assassinos”) e vai para Alamut, base da irmandade, ainda em construção na época. Após passar por um treinamento, ele recebe a missão de desvendar a “Ordem” (nome prévio dos “Templários”) em Bagdá. Conforme ele luta contra seus inimigos, passa a questionar a si e ao conceito de “liberdade”.
Fonte: Game Informer
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