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Segundo Cory, a abordagem do jogo seria psicológica ao apresentar um herói que não consegue salvar a todos.
Durante um painel na PAX West 2018, o diretor de God of War, Cory Barlog, revelou como seria o jogo ideal do Superman, caso estivesse na direção. As especulações apontam que o novo projeto da Rocskteady, desenvolvedora responsável pelos jogos do universo Arkham de Batman, é justamente uma adaptação das aventuras do Homem de Aço.
Além de Cory, outros participantes do painel revelaram os motivos pelos quais é tão difícil apresentar o herói nos videogames e sugeriram alternativas que podem ser as soluções. Abaixo, está a descrição das características, segundo Cory, de como a proposta poderia se sair bem.
Superman seria um velho e descobrir como ensinar o seu filho é o que leva ao meu último jogo.
Eu amo a série Smallville e amo a ideia do conceito de Persona. O jovem Clark Kent – que precisa ir de ônibus e também está descobrindo que é um grande herói americano com poderes é algo esquisito na idade que você precisa equilibrar. Literalmente, lidar com provas e construções sociais no Ensino Médio enquanto descobre os seus poderes? É totalmente Persona e então, talvez, pouco derivado, e não faria isso.
Retornando à ideia de ensinamentos. O Super-Homem foi criado num tempo de idealizações perfeitas. Todo mundo precisava ser perfeito. E ele era. A única imperfeição, o que acredito ser natural do ser humano, é a carência. A melhor coisa que você pode fazer num jogo do Superman é explorar a psicologia ao abordar, de forma progressiva, que ele não pode salvar todo mundo.
O começo do jogo apresentaria um Superman ouvindo as pessoas apenas pedindo “Socorro”. Enquanto avança, multidões gritam “Socorro, Superman”. Com isso, as proporções tomam-se gigantes, até o momento que escolhas precisam ser feitas. O herói não consegue salvar todos e isso pesa em seus ombros, crimes que não conseguem ser detidos. O seu sofrimento vem a partir daí.
No terceiro ato, Superman percebe que seus esforços físicos poderosos não são o suficiente. Para manter sua sanidade, você “precisa” salvar todos. Então, o personagem concorre a presidente do mundo. Algo do tipo ensinando todos a serem o Superman. A fazer o bem acima de tudo. Ajudando-nos a ajudar os outros.
Sobre o gameplay, não o faria voar. A exploração seria através da velocidade, como um jogo do Flash. Inicialmente, você não lutaria com ninguém até surgir um antagonista com uma grandiosa força. Você se sentiria tão desconfortável como o próprio Super-Homem sentiria. Isso seria como uma história de origem, como em Homem-Aranha 1, em que ele descobre o que está acontecendo.
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