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Neil Druckmann explica que ama franquia da Capcom, mas que sempre pensou em ir além das lutas e dos inimigos
O oposto de Resident Evil. Era isso o que Neil Druckmann queria passar com The Last of Us. E nada contra a icônica franquia da Capcom, pelo contrário: “sou fã”, diz o criador de Joel e Ellie. Mas a ideia com o game da Naughty Dog e agora com a série da HBO foi de explorar um lado mais humano, mesmo em meio a um apocalipse zumbi.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, que publicou uma matéria especial sobre o seriado, Druckmann explicou que The Last of Us nasceu muito antes de 2013. Tudo começou em 2004, em uma aula na Carnegie Mellon, quando Neil teve que criar um projeto de jogo de zumbis para avaliação do diretor George Romero.
Inspirado em Ico, sucesso do PS2, e no personagem John Hartigan, de Sin City, ele rascunhou uma história sobre um pai que perdeu a filha e uma filha que perdeu um pai. Eles se encontram e formam um time. Reconheram? Pois bem, Romero não gostou muito, escolheu um outro projeto e ficou por isso mesmo.
Até que, em 2009, Uncharted 2 foi um sucesso. Neil, co-lead designer e co-escritor da aventura, ganhou força dentro da Naughty Dog, e recebeu de presente a possibilidade de escolher seu próximo jogo. Aquela ideia, então, voltou para sua mente. Ele rascunhou uma espécie de HQ de The Last of Us e, como se diz, o resto é história.
“Queríamos fazer o oposto de Resident Evil – que eu amo, mas é tão exagerado e tem lutas contra aranhas gigantes e tudo é sobre a variedade de inimigos. Mas e se fosse algo sobre relacionamentos íntimos? Uma exploração sobre um amor incondicional, que é o que pais sentem pelos filhos, e as coisas lindas e terríveis que podem surgir desse tipo de sentimento?”, explicou.
Mas não foi fácil chegar ao ponto da aclamação de público e crítica. Assim como Romero, um playtester profissional que foi contratado pela ND para testar um beta de The Last of Us não curtiu a proposta. Faltava ação, faltava ter um estilo de armas mais arrojado, faltava ter chefões desafiadores. Mas… será que faltava mesmo?
“Eu estava trabalhando no meu jogo dos sonhos e pensava sempre que nunca me deixariam fazer isso de novo, então eu faria tudo do meu jeito. Se desse errado, seria do meu jeito. Então não abri mão de nada”, comentou.
Bom, a resposta é não. Hoje, a Naughty Dog divulgou que foram comercializadas 37 milhões de unidades da série – contando o título original, as versões otimizadas e, claro, The Last of Us Part II. Além disso, vêm aí a série da HBO, com uma enorme expectativa, e possíveis muitas novidades no futuro. Neil Druckmann conseguiu.
Fonte: The Hollywood Reporter
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