Rise of the Ronin chega hoje (15) ao PS Plus Extra e Deluxe, mas não no Brasil
Rise of the Ronin vai chegar sem custo para os assinantes do PS Plus. Ainda hoje. Só que não no Brasil.
Digital Foundry confirma que a versão nova do game tem um upgrade gráfico interessante
Já no primeiro dia após o patch contendo os recursos para a nova geração, Control Ultimate Edition apresentou um desempenho muito melhor em comparação à geração passada. Alex Battaglia, do Digital Foundry, analisou a jogabilidade e confirmou que o jogo passou por uma transformação notável.
O game produzido pela Remedy foi elogiado em seu lançamento, mas a performance era claramente “capada”. O poder de ray tracing e da fluidez das imagens pode ter privado os consumidores da geração passada de uma experiência completa. Agora, no PS5 dá para experimentar o título com todos os recursos pensados pelos devs.
O jogo nos consoles atuais apresentam resoluções dinâmicas, variando dos nativos 1440p a 4K em alguns momentos. Os jogadores possuem em mãos duas opções para usufruir das novas funcionalidades: jogar com o ray tracing ativo travado em 30 FPS ou com 60 FPS, mas sem os recursos de iluminação.
Antes mesmo do patch para os atuais consoles, o game já era reconhecido pela capacidade de renderização e pela jogabilidade. O sistema de destruição é muito detalhado e as trocas de tiro contém elementos visuais bem realistas.
Mesmo nos consoles sem ray tracing, Control tenta simular o efeito com reflexos baseados em cenas simplificadas. A ideia era aumentar a iluminação padrão, o que dava um visual incrível pro jogo, mas também gerava problemas de desempenho.
Comparando a densidade de pixels em uma cena do PS4 Pro com as do PS5, o jogo apresenta praticamente o dobro de detalhamento na geração atual. Durante os testes do próprio Digital Foundry, apenas algumas quedas de frames foram registradas em cenas mais intensas, mas nada que atrapalhe o gameplay.
O ray tracing estabiliza os gráficos no PS5, visto que em uma jogabilidade em terceira pessoa, a iluminação do personagem normalmente ficaria um pouco obscura e se confundiria com os elementos presentes no ambiente. No novo console, isso não aconteceu.
Mesmo que Control perca um pouco da beleza presente nos reflexos e nos materiais, o gameplay sem ray tracing apresenta fluidez e uma experiência acima da média — próxima do que a Remedy quis entregar a poder máximo de performance.
Texto por: Jean Azevedo.
Fonte: Eurogamer
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