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Já que a era do PS3 onde jogar online gratuitamente não voltará, o jeito é esperar que a Sony pense nos consumidores "básicos"
Com os novos preços do PS Plus no Brasil, anunciados em abril de 2025, fica cada vez mais evidente que a Sony precisa repensar a estrutura do serviço. Para quem só quer jogar online com os amigos, o custo anual pesa — e não há opção acessível para esse público.
Desde 16 de abril, novos assinantes já pagam R$ 359,90 pelo plano Essential, R$ 592,90 pelo Extra e R$ 691,90 pelo Deluxe, todos com validade anual.
Quem já é assinante só verá os reajustes a partir de 24 de junho, com valores variando, dependendo da sua realidade, claro: R$ 319,90 (Essential), R$ 546,90 (Extra) e R$ 619,90 (Deluxe). Mesmo os pacotes mensais e trimestrais subiram, deixando pouco espaço para quem só busca o básico.

Você que não teve o PS3 talvez não lembre, porém, houve um tempo onde não era necessário pagar para jogar nos consoles PlayStation. Anteriormente, eram R$ 100 pela assinatura anual para se divertir no PS3 e no PS Vita. O PS4 ainda não estava disponível mundialmente.

É necessário que a Sony crie um novo nível do PS Plus voltado exclusivamente para partidas online. Um plano com acesso às funções mais essenciais da PSN — como multiplayer, chat de voz e saves na nuvem — mas sem os jogos mensais e catálogos extras.
Seria um serviço de entrada, adaptado ao perfil de quem joga poucos títulos e só quer se conectar com os amigos. Nos nossos comentários, há leitores que deixam claro não sentir saudades de assinar o plano e vivem no single-player.
Outras plataformas seguem caminhos diferentes. No PC, jogar online continua gratuito. No Nintendo Switch, o plano básico é mais acessível (R$ 24 p/mês). 
Já no Xbox, a Microsoft unificou o Game Pass Core com o antigo Live Gold (R$ 34,99), oferecendo multiplayer e jogos “por um preço mais competitivo”.

O modelo da Sony (R$ 43,90 p/ novos assinantes) é um pouquinho mais caro se você assinar mês a mês, mas conta com melhor custo benefício se você assinar o pacote anual.

O que acaba sendo um ponto delicado é a necessidade do PS Plus para utilizar o armazenamento em nuvem, já que atualmente não é mais possível salvar os dados em um pendrive, por exemplo, sem o serviço.

Oferecer um plano mais acessível, focado exclusivamente em funcionalidades como multiplayer online e armazenamento em nuvem, seria uma resposta direta a um pedido antigo da comunidade. Em fóruns, redes sociais e vídeos de criadores de conteúdo, muitos demonstram a mesma percepção: o custo atual pode ser elevado para quem só deseja acessar esses recursos básicos.
Um modelo como o “PS Plus Online”, com preço reduzido e foco em serviços essenciais, resolveria grande parte desse incômodo. Longe de perder assinantes, a Sony provavelmente conquistaria ainda mais usuários engajados — que, além de se sentirem ouvidos, passariam a enxergar mais valor na assinatura.
E você, o que pensa sobre isso?
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