Preview | Nekome: Nazi Hunter mistura vingança, violência e alguns sinais de alerta
Nekome: Nazi Hunter é um tanto quanto preocupante
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Obviamente, ainda é cedo para fazer análise completa, mas jogo mostra potencial
Se a EA quiser realmente terminar o ciclo de FIFA com chave de ouro, precisa dar um jeito nos goleiros de FIFA 23. O MeuPlayStation jogou uma versão de testes do game durante este último final de semana, a convite da desenvolvedora, e a experiência foi bem positiva – até os primeiros “frangos”.
Brincadeiras à parte, o gameplay agrada. A HyperMotion 2 ajudou bastante a deixar o jogo mais realista do que nunca. Combinando esta tecnologia com a ambientação, que também evoluiu bastante, FIFA 23 agradou nas primeiras impressões. Especialmente pela maneira como os atletas se movem dentro de campo.
A avaliação foi limitada a partidas amistosas, com equipes masculinas e femininas, e já deu para perceber alguns pontos interessantes do jogo. Primeiro, as melhorias na apresentação: novos ângulos de imagens dos estádios, gráficos mais apurados, campos e redes muito mais realistas e torcidas soltando a voz.

Quando a bola rola, fica aquela impressão que acontece quase sempre no FIFA: o ritmo que está mais cadenciado agrada muito. Os passes são importantes e o chamado pace abuse, ou seja, ficar só correndo com jogadores super rápidos, não parece ter tanto efeito. A EA Sports garante que ouviu o Feedback dos jogadores, então resta torcer para que isso não mude.
Afinal, todo mundo sabe que quando vem aquela primeira atualização…
Mas, por enquanto, tudo parece fluir bem. Os novos sistemas de colisão, drible e corrida são importantes para garantir este jogo mais realista. Por outro lado, o sistema de Power Shot é mais arcade do que nunca – e parece um pouquinho OP (apesar da dificuldade de se acertar exatamente o comando, já que é preciso mirar tudo no manual certinho).
O grande ponto de desequilíbrio fica mesmo por conta dos goleiros. Eles têm movimentos bem bacanas, que lembram os arqueiros da vida real, só que parecem calibrados de forma errada. Pulos mais curtos do que o normal são comuns, além de animações que deixam os goleiros no mesmo lugar ao invés de moverem-se na direção da bola.
Isso faz com que todo o trabalho defensivo, que agora parece realmente menos automático, conforme os jogadores pediram bastante nos últimos anos, vá por água abaixo. Não foram poucas as vezes em que tomamos gols super bobos, que deferiam ter sido defesas simples. Parece que, se em FIFA 22 os goleiros eram super fortes, no FIFA 23 é o contrário.

Outros pontos que não agradaram tanto são a ausência do chute rasteiro (a combinação de botões agora é para o Power Shot) e do Timed Shot, além do finesse também não estar tão efetivo como em outros anos. De positivo, a marcação mais ajustada e eficaz, os “balanços” feitos pelas equipes em conjunto e a valorização do passe.
De qualquer forma, ainda é muito cedo. Essa é uma versão inicial do jogo, que certamente receberá atualizações e modificações baseadas nos comentários de quem teve acesso a ela, então esperamos que estes pequenos detalhes possam ser ajustados para que FIFA 23 seja, definitivamente, uma despedida justa para uma série que apaixonou o mundo por 30 anos.
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