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The Last Guardian: o legado que influenciará outros jogos

por Redação
The Last Guardian: o legado que influenciará outros jogos

*Este artigo foi desenvolvido em parceria com a PlayStation.

O conto de um menino sem nome e uma misteriosa criatura chegou às prateleiras no último mês de dezembro e, assim como seus antecessores espirituais, já deixou marcas importantes que serão lembradas por muito tempo.

The Last Guardian é um jogo que vai além das propostas convencionais – apertar botões e esperar uma determinada ação – nele, os jogadores são sugados para uma experiência emocionante que envolve a construção de uma relação inusitada entre um animal híbrido e um garotinho.

A obra de Fumito Ueda, diretor do projeto, certamente será lembrada por vários aspectos, mas alguns deles se destacam.

Trico: comportamento; inteligência 

A criatura Trico, um enorme animal, é o protagonista do jogo. O curioso é que, neste caso, você não assume o controle direto da fera. O menino pode sugerir que o híbrido faça algumas ações de movimento. “Sugerir” porque nem sempre Trico está disposto a obedecer. E isto é fantástico!

A fera se comporta de maneira muito semelhante a um animal real. Quem tem um gato sabe exatamente como os felinos agem. Eles tem hábitos peculiares e não são facilmente domesticados.

Em The Last Guardian estas atitudes são representadas com muita fidelidade.

Ao longo da jornada, os jogadores devem estabelecer uma conexão forte com o bichano de modo que haja confiança mútua. Mas isso não é tão simples, justamente por Trico não ser um “animalzinho” qualquer.

A inteligência artificial criada pelos desenvolvedores da GenDESIGN estabelece um novo patamar. É possível criar um companheiro de jogatina que seja muito mais impactante que um mero NPC.

Narrativa não-convencional

A narrativa é um dos alicerces de The Last Guardian e ela é feita de maneira sutil, progressiva e escalonada. A experiência é construída em forma de níveis, com um primeiro contato, construção da confiança e ajuda mútua e por fim, a amizade verdadeira.

E isso é produzido sem diálogos complexos. Na verdade, eles praticamente são inexistentes no jogo todo.

The Last Guardian nos mostra que é perfeitamente possível oferecer uma experiência completa: jogabilidade, narrativa e enredo sem que sejam oferecidas cinemáticas mirabolantes, tramas e reviravoltas hollywoodianas.

Visual artístico

Por fim, a união das duas características acima com uma terceira. Não é muito comum acompanharmos narrativas imersivas com um visual mais artístico. Claro que temos exemplos que conseguem uni-las, mas é pouco convencional.

E The Last Guardian alia uma impactante história com um visual característico. A fórmula produz um resultado emocionante.

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