Control Resonant: relembre a história de Control antes de jogar
Relembre a história de Control antes de entrar em Resonant
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"To The Wilder" é a canção de Woodkid usada no Trailer de Pré-Venda de Death Stranding 2, e tem detalhes bem interessantes
Um dos pontos altos de Death Stranding foi sua trilha sonora. E, claro, em Death Stranding 2: On The Beach, esperamos a mesma coisa. Especialmente porque agora, além do icônico compositor Ludvig Forssel, Woodkid, que possui uma grande carreira como produtor e artista, faz parte do time – e sua apresentação com “To The Wilder” pode ser um indicativo bacana do que esta por vir no jogo.
Uma análise da letra da canção, que toca no incrível trailer de pré-venda do jogo, sugere diversos paralelos temáticos com o universo do game, apontando tanto para elementos narrativos centrais quanto para o tom emocional proposta por Kojima para a sequência. Assim como aconteceu com “Easy Way Out” e “I’ll Keep Coming”, que tinham total relação com a história do primeiro game.
Confira o lyric video da música:
A ideia de “caminhos ainda por pavimentar” e “montanhas” reforça a sensação de jornada inexplorada e desafios geográficos, enquanto versos sobre “onde quer que estejas, sempre haverá um lar” ecoam uma temática de conexão entre pessoas e lugares — marca registrada da franquia.
Já o refrão convocando a “buscar, alcançar” remete diretamente ao papel de Sam Porter-Bridges como ponte entre comunidades isoladas. Por fim, o apelo à “parte selvagem” de cada um pode indicar novos sistemas de gameplay ou a relação do protagonista com as forças sobrenaturais do Beach (purgatório), sugerindo uma expansão tanto temática quanto mecânica em DS2.
A letra fala em “estradas que ainda vamos pavimentar” e “montanhas” e “rios”, o que espelha a travessia de Sam por territórios desconhecidos na Austrália, segundo o título e ambientação de DS2. Em Death Stranding 2, esse ambiente promete apresentar novas paisagens e biomas, reforçando o sentimento de exploração e superação de obstáculos naturais.
O conceito de “Praia” em Death Stranding é um purgatório que conecta mundo dos vivos e dos mortos, e a letra menciona “ser mais que animais em correntes” e “vento dizendo onde ir”, insinuando a liberdade de escolha e destinos além do prescrita, algo que pode se relacionar à pluralidade de planos da praia trazida em análises recentes.
“No lugar que você chame de lar” na letra dialoga com o leitmotiv de Death Stranding, onde Sam estabelece conexões e cria ligações (as “pontes”) para reerguer a sociedade fragmentada . Esse sentimento de “voltar para casa” ilustra o papel de Sam como quelas figuras redentoras que resgatam comunidades isoladas, ampliado em DS2 com novos NPCs e facções, conforme trailer.
Versos como “se meu amor não te fizer ficar, não sei o que fará” ecoam o tema de paternidade e laços afetivos que Kojima afirma explorar: em DS2, o vínculo entre Sam e a BB (Lou) reflete amor incondicional e medo da perda, aproximando-se das reflexões sobre pais e filhos presentes em Metal Gear e agora em Death Stranding 2.
A insistência em “parte selvagem” e “quebrarmos muros” pode dar pistas sobre novos sistemas de gameplay em DS2, prometidos por Kojima: além de mais combate, espera-se que o jogo explore conflitos internos de Sam e alianças com entidades sobrenaturais.
O refrão “vou te encontrar, por mais longe que esteja” reforça o apelo à jornada além do espaço físico, remetendo à ideia de múltiplos planos da Praia, apontada por teorias de fãs e análises de trailers anteriores, além é claro de indicar uma possível busca de Sam por Lou.
Ou seja, Com base nos versos, Death Stranding 2: On the Beach deve aprofundar sua exploração de ligação humana, jornadas épicas por territórios inóspitos e dilemas afetivos, ao mesmo tempo em que amplia as fronteiras metafísicas do Beach e introduz novas mecânicas que atravessam o mundo físico e espiritual.
Com lançamento marcado para o dia 26 de junho de 2025, Death Stranding 2: On the Beach promete continuar a tradição de Kojima e ser a experiência definitiva do catálogo extenso do lendário criador de jogos. Até agora.
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