Stage Tour: todos os artistas e músicas confirmados até agora
Stage Tour terá 90 músicas no lançamento; 65 já foram reveladas
MeuPlayStation | Tudo sobre PlayStation
Chegando aos consoles mais robusto e com nova roupagem, New World pode ser uma das boas surpresas de 2024
Convidativo. Esta é a melhor palavra para descrever New World: Aeternum. Depois de testá-lo no Summer Games Fest, em junho, o MeuPlayStation teve mais uma oportunidade de jogar este aguardado RPG da Amazon nos últimos dias, durante um teste de servidor antecipado para o beta aberto que será disponibilizado no fim da semana.
E as impressões foram bastante positivas. A começar pelas mecânicas de gameplay, como exploração e combate, além da personalização do personagem de acordo com o seu estilo de jogo. Como um bom RPG, há várias e várias possibilidades. Craftar itens, desenvolver habilidades, fazer missões paralelas em busca de recompensas, buscar colecionáveis…
Se visualmente o jogo não é lá tão impressionante, até por ser um game com um mundo enorme, além de incentivar a exploração com múltiplos jogadores na mesma sessão, a jogabilidade e até a sua história acabam prendendo bastante. Você nem percebe e já está lá há algumas horas jogando.
Especialmente porque, conforme vai pegando quests, o jogador não precisa escolher uma ou outra para rastrear. O menu permite deixar alertas para todas elas na tela ao mesmo tempo, fazendo com que sua exploração seja recompensadora e sempre incentivada.
No caminho, você vai coletar materiais, enfrentar NPCs, encontrar baús e ir evoluindo seu personagem. A progressão, inclusive, é bem interessante. Não é necessário aquele grind enorme para o jogador chegar a níveis mais altos – porém, para fazer a build perfeita, aí sim. Certamente você precisará de bastante tempo para deixar tudo perfeitinho.

Na beta, talvez valha a pena mais testar do que focar em algo específico – até porque o progresso não será levado para o jogo final. Nas sessões do MeuPS, gostamos bastante do arquétipo com a espada e o escudo, de soldado. Ele é bem equilibrado, defende, ataca, e se você upar bastante os pontos certos, fica praticamente imbatível. Pelo menos, nos níveis mais baixos.
O lançamento está marcado para 15 de outubro de 2024, e agora é a hora de ver como o público vai reagir. Especialmente porque New World já fez sucesso no PC, e Aeternum traz modificações que o deixam com mais cara de aventura/ação do que MMO. Para mim, que nunca havia jogado, foi bacana, mas vai saber o que os veteranos vão pensar.
Especialmente porque a relação com a comunidade, depois destas mudanças e de algumas decisões questionáveis dos desenvolvedores, não está lá essas coisas. Tomara que o gameplay faça com que isso mude. Até porque o componente multiplayer é importantíssimo em New World: Aeternum, que até pode ser jogado como single-player, mas é bem melhor com mais gente.
Você também poderá testar New World: Aeternum em breve. No próximo final de semana, o beta será aberto para todos, de 13 a 16 de setembro, reunindo jogadores de PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S pela primeira vez. Se tiver um tempinho, baixe e jogue. Não há pré-requisitos para participar, e o pré-carregamento já está disponível.
Confira os principais destaques do que você pode fazer na beta:
Mas cuidado: é provável que você fique bastante imerso e não queira mais parar… Se isso acontecer, corra aqui e já garanta o seu na pré-venda.
Mais em Especiais
Stage Tour terá 90 músicas no lançamento; 65 já foram reveladas
Em entrevista ao MeuPlayStation, Oscar Lopez, veterano com mais de 20 anos de Infinity Ward, explica como o estúdio cria seus mapas, equilibra a jogabilidade e decide quais reclamações dos jogadores realmente precisam de atenção
Desde o PS2 até os lançamentos mais recentes, entenda como a filosofia do gênero marcou gerações
Ingressos caros, grandes ausências e poucas atrações marcam o declínio da BGS em 2026
MeuPlayStation conversou com o produtor de marca Loïc Gounon sobre o que esperar de Retold
Desafios equilibrados, mas totalmente memoráveis, batalhas especiais colocam a experiência da S-Game em uma prateleira acima
Ao combinar kung fu, wuxia, fantasia, tecnologia, cinema e anime, a S-GAME quer transformar Phantom Blade Zero no ponto de partida de um conceito tão reconhecível quanto cyberpunk e steampunk
Arsenal não será formado apenas por equipamentos com atributos diferentes
Modalidade transforma os dias restantes de Soul em um sistema de vidas, usa a dificuldade e obriga o jogador a reiniciar toda a campanha caso o contador chegue a zero
Soulframe Liang explica como Phantom Blade Zero não quer ser apenas soulslike, hack and slash ou RPG