Phantom Blade Zero terá vários níveis de dificuldade
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Mark Cerny, arquiteto-chefe do PlayStation, compartilhou novos detalhes sobre o Project Amethyst - base do PS6 com a AMD
Mark Cerny, arquiteto-chefe do PlayStation, compartilhou novos detalhes sobre o Project Amethyst, iniciativa desenvolvida em parceria com a AMD que deve servir de base para o próximo console da Sony, o PS6. Em uma sessão de perguntas e respostas, Cerny explicou que o foco agora está em tecnologias que vão além dos métodos tradicionais de evolução gráfica, colocando machine learning, ray tracing avançado e novas soluções de compressão de memória no centro das prioridades.
Segundo ele, o Project Amethyst representa uma mudança importante na forma como o hardware do PlayStation é concebido. Em vez de criar tecnologias completamente exclusivas para o console, Sony e AMD estão co-engenheirando componentes e bibliotecas que também serão utilizados em GPUs de PC. Para Cerny, essa abordagem vai facilitar a adoção de novos recursos pelos estúdios, já que os desenvolvedores poderão trabalhar pro PS6 com ferramentas que funcionam de maneira uniforme em múltiplas plataformas.
Entre as novidades, Cerny cita três pilares tecnológicos: Neural Arrays, que otimizam operações de machine learning diretamente no hardware; Radiance Cores, unidades dedicadas a ray tracing, semelhantes aos RT Cores das placas RTX da Nvidia; e Universal Compression, uma técnica que promete ampliar a eficiência da largura de banda de memória. Ele admite que o último elemento é uma resposta direta ao aumento de custos e dificuldades de escalar controladores de memória em processadores menores. “Você realmente identificou o ponto-chave”, afirma sobre a necessidade dessa solução.
Cerny também prevê que o machine learning terá impacto tão grande quanto o ray tracing teve na geração atual. “Acho que todos nós seremos surpreendidos”, disse ao comentar como a tecnologia deve evoluir nos próximos anos. Já sobre o PS5 Pro, ele confirmou que a Sony e a AMD estão finalizando o FSR 4, que vai aprimorar a tecnologia PSSR de upscaling da versão mais poderosa do console, prevista para 2026.
Embora reconheça que a rasterização tradicional continua importante, Cerny acredita que a grande transformação virá de ray tracing e inteligência artificial aplicados diretamente aos motores gráficos. A Sony não confirma oficialmente o PlayStation 6, mas as bases tecnológicas já estão sendo construídas — e, se depender do Project Amethyst, o próximo salto de hardware promete ser maior do que apenas ganhar mais potência.
Fonte: Digital Foundry
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