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Divo acessível: Death Stranding 2 tem “very easy” e “very hard”

Death Stranding 2 é para todo mundo sim! Jogo tem variedade interessante de níveis de dificuldades, para todos os gostos

Divo acessível: Death Stranding 2 tem

Hideo Kojima pode até ter mexido na história de Death Stranding 2: On The Beach para deixá-la mais polêmica, mas em termos de acessibilidade, ele fez o máximo para agradar todos os jogadores.

Quem quiser combates com um altíssimo nível de desafio, vai ter. Aqueles que optarem por uma “navegação” mais tranquila, focada na história, também. Ao todo, são quatro opções de dificuldade:

  • História – Permite que você se concentre totalmente na história. Recomendado para quem tem dificuldades com jogos de ação, mas quer jogar até o fim.
  • Casual – A jogabilidade se mantém relativamente simples, permitindo que você aproveite a história. Recomendado para quem quer encarar alguns desafios moderados durante a jornada.
  • Normal – Mistura uma jogabilidade desafiadora com uma história agradável. Recomendado para quem já conhece bem jogos de ação e quer vivenciar tudo o que este jogo tem a oferecer.
  • Brutal – Recomendado para quem quer um desafio de verdade para acompanhar a história. Concluir o jogo neste nível de dificuldade testará todas as suas habilidades e dará uma verdadeira sensação de dever cumprido. A sua reputação será lendária e a sua fama como portador será inigualável.

Além disso, Death Stranding 2 também tem várias outras opções de customização, como ligar/desligar os marcadores e outras informações do HUD, exibição de dicas, alternâncias de câmeras e controles, assistência de mira, várias possibilidades de sensibilidade no DualSense, Modos Qualidade e Desempenho, e por aí vai.

Death Stranding 2: vale a pena?

Dizem que, de gênio e louco, todo mundo tem um pouco. Bom, talvez Hideo Kojima tenha mais do que “um pouco”. E Death Stranding 2: On The Beach não poderia ser fruto de uma mente que não fosse a dele. “Maluca”, sim, mas também excepcional e única na história dos videogames.

O jogo, assim como o seu antecessor, “não é para todo mundo”, tanto pelo gameplay quanto pela história, entretanto entrega exatamente o que se espera de um “Hideo Kojima game”. Louco e genial. Furtivo e visceral. Empolgante, também emocionante. Divertido, também instigador. O pacote completo. Abordando temas importantes e polêmicos, com personagens marcantes e inovações em cima de inovações.

Leia o review completo aqui.

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Autor

foto do author do artigo Thiago Barros

Thiago Barros

Editor-Chefe

Dez anos de MeuPlayStation, 18 de jornalismo e produção de conteúdo. Muitas histórias para contar e muitos jogos para jogar!

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